Diferenças culturais e semelhanças filosóficas – Mauro F. Koch

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A pouco voltei de um evento onde houve palestrantes com perfis totalmente diferentes um do outro. Ex-lutadores profissionais, outros ligados à terapias holísticas, índios da região do Acre, profissional da área de agronegócios, monge Zen Budista.

O evento era sobre alta performance, melhoria contínua. E com tantos exemplos diferentes, pensei que haveria um debate onde cada um defenderia sua causa. Lei do engano. Não houve brigas pela verdade de cada um. O que aconteceu foi a verificação de que para se ter o sucesso em alta performance, muitas práticas são as mesmas. O que muda são seus locutores e algumas metodologias. A essência é a mesma. Cuidar do corpo, mente e espírito. E ter uma causa. Sim, ter uma causa em sua vida, um porquê.

Nosso corpo merece uma consciência cada vez maior. Porque somos apresentados cada vez mais a prazeres que podem nos custar caro no futuro próximo. Seja o consumo exagerado de comidas, bebidas, extrapolando os limites de estresse e falta de sono reparador. E tudo volta a nós mesmos. Termos disciplina e responsabilidade de fazer ou não fazer o que precisa ser feito.

Nossa mente precisa ser exercitada e domada o tempo todo. Exercitada através do aprimoramento constante de estudos, conexões com pessoas que possam contribuir para o processo evolutivo. Buscar o conhecimento que vale a pena e descartar o que apenas nos consome. E domar a mente, é manter o controle sobre ela. Porque a mente irá querer nos submeter a suas vontades. Ao comodismo dos prazeres momentâneos e não ao maior esforço que traz ganhos a longo prazo.
E para ter o domínio da mente, entra o lado espiritual. Durante o evento o assunto mais abordado foi a meditação. O grande “ remédio “ para corpo e mente.

Através da meditação é possível domar a mente, incentivá-la a evolução e usufruir mais e melhor de seu potencial.
Através da meditação, nosso corpo será mais saudável porque percebemos mais o que realmente é importante para nós. O que é mais certo do que errado a fazermos em nosso dia a dia. É vermos além.

E a causa? Ora, a causa é que faz todo o sentido de fazer o que fazemos. É a fonte inspiradora que transforma, que faz a diferença entre sobreviver e VIVER! Quando se descobre e se busca alcançar essa causa, a vida se transforma, nos envolvemos de uma maneira tal, que perder tempo com picuinhas é perder muito. Porque sabemos o que temos a ganhar quando estamos fazendo o que precisa ser feito.
O que me chamou muito a atenção, é que tudo o que foi dito não é novidade para muitas pessoas. Aliás, tudo é muito antigo e simples. A grande diferença para ter ou não sucesso, é colocar ou não em prática. Simples assim.




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